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Governança Corporativa

O modelo de governança corporativa do Banco Daycoval está em linha com os mais elevados padrões de excelência do mercado e é pautado por ética, responsabilidade, transparência e respeito. A Instituição busca o aperfeiçoamento contínuo das práticas empresariais e alinha sua gestão aos princípios do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) e às regulamentações de seu setor. Atua em concordância com a Resolução 4.327 do Banco Central, de abril de 2014, que dispõe sobre as diretrizes que devem ser observadas no estabelecimento e na implementação da Política de Responsabilidade Socioambiental pelas instituições financeiras. Assim, parametriza os enfoques e processos internos de proposição, análise, aprovação e gestão de risco, com critérios de restrição ou condicionantes socioambientais.

Como líder de seu grupo de afiliadas financeiras, a Instituição também aderiu em 2014 à nova legislação americana Foreign Account Tax Compliance Act – FATCA. Criada pela Receita Federal dos Estados Unidos, com acordo intergovernamental da Receita Federal do Brasil, a legislação é responsável por normas internacionais que combatem a evasão de divisas e a lavagem de dinheiro em todo o mundo. Além do Banco, a agência em Cayman, a Daycoval Asset Management (e seus fundos de investimento administrados) e a Dayprev integram o FATCA.

Com seu ingresso no mercado de capitais, o Daycoval constituiu seu Conselho de Administração. Ainda como integrante do Nível 2 de Governança Corporativa da BM&FBOVESPA, adotou práticas como a concessão de 100% de tag along aos acionistas minoritários.

O Banco mantém política ambiental aderente a padrões internacionais e, desde 2008, conta com Grupo de Gestão Ambiental (GGA) responsável pela aplicação do Sistema de Gestão Ambiental (SGA), cuja função é avaliar, dar suporte e atuar em questões socioambientais de forma a garantir o pleno atendimento à legislação.

Dá suporte ao SGA um conjunto de normas e procedimentos adotado para a análise e o enquadramento de operações e empresas elegíveis ao recebimento de linhas de crédito oriundas de financiamentos por órgãos multilaterais. Esse procedimento orienta as outras áreas do Banco envolvidas na concessão de crédito, que devem observar as políticas socioambientais internas, bem como as estabelecidas por organismos internacionais que colocam linhas de crédito à disposição do Daycoval, a exemplo da International Finance Corporation (IFC), do Inter-American Development Bank (IADB) e da Inter-American Investment Corporation (IIC).

Da mesma forma, os colaboradores envolvidos nos processos de análise e concessão de crédito devem conhecer e respeitar as diretrizes, especialmente as relacionadas às condições das empresas tomadoras de crédito, à negativa de crédito e àquelas que atuam em atividades consideradas ilícitas pelas normas do Brasil e dos países nos quais têm origem as linhas de crédito.

Ainda, como forma de qualificar suas ações e contribuir para o aprimoramento de seu setor, o Banco é associado à Federação Brasileira de Bancos (Febraban), entidade da qual participa de seis comissões. Um conselheiro e o diretor-financeiro do Banco também participam de seis comissões de diferentes produtos da Associação Brasileira de Bancos (ABBC). GRI G4-15 G4-16

Em 31 de dezembro de 2014, o capital social do Banco somava R$ 1.892.143, sendo totalmente subscrito, integralizado e composto por 160.869.792 ações ordinárias e 87.485.997 ações preferenciais, nominativas, escriturais e sem valor nominal. O free float era de 25,1%, equivalente a 62.321.052 ações preferenciais, e havia 4.679.891 ações em tesouraria.


Estrutura Acionária


Gráfico Estrutura Acionária
*Fundo de Investimento Exclusivo, que tem como cotistas acionistas controladores e empresa controlada do Banco Daycoval

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL GRI G4-34


Orgnanograma Estrutura Organizacional

Assembleia Geral

As Assembleias Gerais são convocadas e instaladas pelo presidente do Conselho de Administração. Nelas, os acionistas detentores de ações ordinárias deliberam por meio de um voto por ação. No caso das ações preferenciais, seus titulares têm direito a voto exclusivamente para transformação, incorporação, fusão ou cisão da sociedade; aprovação de contratos entre a sociedade e o acionista controlador diretamente ou por meio de terceiros (assim como de outras sociedades nas quais esse acionista tenha interesse por força de disposição legal ou estatutária); avaliação de bens destinados à integralização de aumento de capital da sociedade; e escolha de instituição ou empresa especializada para determinação do valor.

Em 2014, foi realizada uma Assembleia Geral, na qual foi autorizado o aumento do capital social da Instituição.

Conselho Fiscal

O Daycoval instala Conselho Fiscal a pedido de acionistas que representem, no mínimo, um décimo das ações com direito a voto ou 5% das ações sem direito a voto.

Segundo o Estatuto Social, a Assembleia Geral na qual existir o pedido de instalação do Conselho Fiscal elegerá e empossará seus membros, fixando suas remunerações. O período de funcionamento do Conselho Fiscal termina na primeira Assembleia Geral Ordinária que se realizar após a sua instalação. O órgão é composto de no mínimo três e no máximo cinco membros e por suplentes em igual número, acionistas ou não, residentes no Brasil. Em 2014, não houve instalação do Conselho Fiscal.

Conselho de Administração

O Conselho de Administração é responsável pela orientação geral dos negócios da Instituição, incluindo sua estratégia de longo prazo e o controle e a fiscalização de seu desempenho. Também compete ao órgão eleger e destituir os membros da Diretoria e supervisionar o exercício de suas funções.

Os integrantes do Conselho de Administração são eleitos – e podem ser destituídos – pela Assembleia Geral para mandato de dois anos, permitida a reeleição. Em 2014, em linha com boas práticas, o Conselho contava com a participação de dois membros independentes. De acordo com a Lei das Sociedades por Ações, possuem o direito de eleger um membro do Conselho de Administração, em votação separada, os acionistas minoritários detentores de ações que representem pelo menos 15% do total de papéis com direito a voto; os detentores de ações preferenciais sem direito a voto ou com direito a voto restrito que representem, no mínimo, 10% do capital social; e os titulares de ações ordinárias e ações preferenciais que, em conjunto, representem no mínimo 10% do capital social.

COMPOSIÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Membros Cargo Data de eleição Término do mandato
Sasson Dayan Presidente A.G.O. 2013 A.G.O. 2015
Gustavo Henrique de Barroso Franco Conselheiro independente A.G.O. 2013 A.G.O. 2015
Peter M. Yu Conselheiro independente A.G.O. 2013 A.G.O. 2015
Carlos Moche Dayan Conselheiro A.G.O. 2013 A.G.O. 2015
Morris Dayan Conselheiro A.G.O. 2013 A.G.O. 2015
Rony Dayan Conselheiro A.G.O. 2013 A.G.O. 2015

Sasson Dayan – Iniciou sua carreira na década de 1950, no Líbano, na Casa Bancária Salim A. Dayan, fundada por seu pai. Em 1968, constituiu a Daycoval DTVM Ltda. Em 1970, com seu irmão Ibrahim Dayan, criou a Valco Corretoras de Valores Mobiliários, que teve movimentação expressiva em operações na Bovespa, além de receber autorização para operar como banco múltiplo em 1989, quando foi transformada em Banco Daycoval S.A.

Gustavo Henrique de Barroso Franco – É bacharel e mestre em Economia pela PUC do Rio de Janeiro e Ph.D pela Universidade de Harvard. Foi professor, pesquisador e consultor em assuntos de economia entre 1986 e 1993, especializando-se em inflação, estabilização e economia internacional. Em seguida, no serviço público, entre 1993 e 1999, foi secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, diretor de Assuntos Internacionais e presidente do Banco Central do Brasil. Fundou ainda a Rio Bravo Investimentos (2000), empresa de serviços financeiros, fusões, aquisições, investimentos e securitizações, da qual é presidente.

Peter M. Yu – Sócio-Gerente do Cartesian Capital Group, foi fundador e atuou como CEO da AIG Capital Partners, Inc. (AIGCP). Também foi diretor do Conselho Econômico Nacional – Departamento da Casa Branca responsável por desenvolver a política econômica – no governo Bill Clinton. Formou-se em Direito em Harvard, foi presidente da Harvard Law Review e assistente de juiz no Supremo Tribunal Federal. É bacharel pela Woodrow Wilson School da Universidade Princeton.

Carlos Moche Dayan – Formou-se em Economia na Universidade de São Paulo (USP) e fez mestrado em Administração na Fundação Getulio Vargas (FGV). Atua no Banco Daycoval desde 1994.

Morris Dayan – Estudou Economia e Filosofia na Universidade de Jerusalém. Realizou diversos cursos na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) entre 1992 e 1994, trabalhou no Republic National Bank of New York entre 1991 e 1992 e está no Banco Daycoval desde 1992.

Rony Dayan – Formou-se em Administração de Empresas pela FGV e especializou-se em Gestão e Liderança em Israel. Construiu sólida carreira no Banco Daycoval, no qual atua desde 2001.

Comitê de Auditoria

O Comitê de Auditoria assessora o Conselho de Administração e tem como missão acompanhar o processo de apresentação de relatórios financeiros para assegurar qualidade, transparência e integridade das informações. É composto de no mínimo três membros, devendo um deles ser designado coordenador, nomeados para mandatos de cinco anos e destituídos pelo Conselho de Administração.

Compete ao Comitê avaliar o cumprimento das exigências legais e regulamentares; pela atuação, independência e qualidade dos trabalhos da empresa de auditoria independente; pela atuação, independência e qualidade dos trabalhos da auditoria interna; e pela qualidade e efetividade dos sistemas de controles internos e de administração de riscos do Daycoval.

Comitê de Remuneração

O órgão é indicado pelo Conselho de Administração e auxilia na proposição das políticas e diretrizes de remuneração dos administradores estatutários, tendo por base as metas de desempenho estabelecidas pelo próprio Conselho. É composto de no mínimo três e no máximo seis membros, nomeados para mandatos de cinco anos. O órgão deve ter em sua composição pelo menos um membro não administrador da Companhia e, atualmente, conta como integrantes os diretores executivos Semy Dayan, Morris Dayan e o superintendente de Recursos Humanos, Reinaldo Jorge.

Comitê de Sustentabilidade

Com pouco mais de um ano de funcionamento e reuniões mensais, o órgão permitiu em 2014 a inclusão da temática sustentabilidade nos workshops de novos gerentes e nos treinamentos de Planejamento de Controle e Orçamento (PCO); controles de impressão nos departamentos; e redução do consumo de água e de energia. Todas essas ações, assim como o funcionamento do Comitê, visam à promoção de iniciativas e à integração de princípios sociais, ambientais e econômicos nas análises de investimento e nos processos de tomada de decisão. Essas medidas deverão contribuir para a redução de despesas e a melhoria de produtos e serviços oferecidos, com consequente aumento da eficiência operacional e geração de valor aos públicos de interesse.

Ainda para basear a atuação do órgão, em 2014 foi instituída a Política de Sustentabilidade, que estabelece os objetivos, as diretrizes e a governança para a incorporação de valor aos negócios. O documento expõe os compromissos assumidos, define a forma de prestação de contas e indica os padrões esperados da conduta profissional. Sua aplicação se dá por meio do gerenciamento das situações de maior risco ou impacto nas operações. Em relação ao meio ambiente, a gestão dos riscos será estabelecida no decorrer de 2015 em política setorial específica, que contemplará também a identificação de oportunidades, as formas de gerenciamento, o monitoramento e a mitigação dos riscos e das responsabilidades pela análise.

Para operacionalizar as ações definidas pelo Comitê de Sustentabilidade, o Banco Daycoval constitui e dissolve periodicamente grupos de trabalho compostos de forma multidisciplinar, de acordo com as necessidades técnicas e operacionais decorrentes da estratégia definida.

Comitê de Excelência

Define a forma de transformar e melhorar as ações internas. É composto por seis integrantes, dos quais um diretor-executivo, diretor de Relações com Investidores, superintendente de Recursos Humanos, gerente de Risco Operacional, gerente de Marketing, a coordenadora de Treinamento e Seleção e o coordenador de Comunicação. O órgão é responsável pelo planejamento e pela gestão dos projetos envolvidos na Busca da Excelência. Existem, ainda, minicomitês formados por gestores de áreas e colaboradores, responsáveis por buscar, cada vez mais, melhorias em cada segmento de negócio/departamento.

Comitê de Novos Produtos

Tem como objetivo estabelecer diretrizes para a aprovação de novos produtos, de forma a viabilizar o sucesso de sua implementação, observando atentamente a legislação vigente e os normativos internos do Daycoval. Tem como representantes integrantes dos departamentos Jurídico, Prevenção à Lavagem de Dinheiro, Risco Operacional, Risco de Crédito, Risco de Mercado e Liquidez, Controles Internos, Tecnologia da Informação e do novo produto em fase de implementação.

Comitês de Risco

O Daycoval conta com uma série de Comitês capazes de avaliar os diversos tipos de risco. O Comitê de Risco de Crédito, por exemplo, tem como objetivo assegurar a compatibilidade entre a estratégia da organização e sua política de crédito. O Comitê de Risco de Liquidez visa assegurar que sejam cumpridas as determinações e objetivos da Política de Risco de Liquidez; aprovar propostas para alteração e/ou validação de políticas, processos e atividades que envolvam riscos de liquidez; e acompanhar o nível de liquidez do Banco Daycoval. Já o Comitê de Risco de Mercado tem como missão estabelecer critérios e procedimentos para precificação de produtos de captação e aplicação, além de verificar o cumprimento das políticas e estratégias definidas pelo Banco Daycoval. Por fim, o Comitê de Risco Operacional supervisiona a Gerência de Risco Operacional e assessora a Diretoria Executiva no desempenho de suas atribuições relacionadas à adoção de estratégias, políticas e medidas voltadas à disseminação da cultura, mitigação de riscos e da conformidade com as normas aplicáveis. Também busca deliberar sobre o acionamento dos Planos de Continuidade Operacional das áreas de negócio ou de Recuperação de Desastres da infraestrutura tecnológica.

Diretoria-Executiva

A Diretoria é composta por no mínimo quatro e no máximo 12 profissionais, sendo de três a cinco diretores-executivos e, entre eles, um diretor-executivo superintendente, e até nove diretores sem designação especial, que podem ser destituídos pelo Conselho de Administração.

Os membros são responsáveis pela administração diária dos negócios e pela aplicação das políticas e diretrizes gerais estabelecidas pelo Conselho de Administração. Compete ainda a eles cumprir as disposições do Estatuto Social; levantar balanços semestrais, elaborar e apresentar anualmente à Assembleia Geral Ordinária as demonstrações financeiras e o relatório de administração; decidir sobre a instalação, transferência ou supressão de filiais, agências, representações, escritórios e outras dependências; deliberar ad referendum sobre pagamento de juros sobre capital próprio; autorizar a contratação de empréstimos e captação de recursos; e designar e destituir o ouvidor. Atualmente, a Diretoria é composta por nove executivos.

COMPOSIÇÃO DA DIRETORIA-EXECUTIVA

Membros Cargo Data de eleição Término do mandato
Salim Dayan Diretor-superintendente 29/04/2014 A.G.O. 2016
Morris Dayan Diretor-executivo 29/04/2014 A.G.O. 2016
Carlos Moche Dayan Diretor-executivo 29/04/2014 A.G.O. 2016
Ricardo Gelbaum Diretor de Relações com Investidores e de Sustentabilidade 29/04/2014 A.G.O. 2016
Maria Regina R. M. Nogueira Diretora 29/04/2014 A.G.O. 2016
Albert Rouben Diretor 29/04/2014 A.G.O. 2016
Nilo Cavarzan Diretor 29/04/2014 A.G.O. 2016
Alexandre Teixeira Diretor 29/04/2014 A.G.O. 2016
Alexandre Rhein Diretor 29/04/2014 A.G.O. 2016

Salim Dayan – Formou-se em Engenharia de Produção na Universidade de São Paulo (USP) e é mestre em Administração – Executivo em Finanças no Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec).

Morris Dayan – (Currículo apresentado na composição do Conselho de Administração)

Carlos Moche Dayan – (Currículo apresentado na composição do Conselho de Administração)

Ricardo Gelbaum – Estudou Administração e Negócios na Fundação Getulio Vargas (FGV) e é bacharel em Economia pela Universidade Gama Filho. Tem atuação de mais de 30 anos em diversas instituições importantes, entre elas o Banco BMG, do qual foi diretor-executivo estatutário Financeiro por aproximadamente dez anos. É também diretor da Associação Brasileira de Bancos (ABBC).

Maria Regina R. M. Nogueira – Formou-se em Economia na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e concluiu diversos cursos do Programa de Educação Continuada da FGV, com foco no mercado financeiro. Atuou em comissões técnicas da Febraban, da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (ANBID) e da ABBC. Tem carreira executiva em diversas instituições financeiras de grande e médio portes nos últimos 25 anos.

Albert Rouben – Formou-se em Engenharia pela Technion – Israel Institute of Technology (Israel). Acumula 24 anos de experiência profissional, dos quais 18 no mercado financeiro, ocupando o cargo de superintendente da controladoria de operações do Daycoval.

Nilo Cavarzan – Formou-se em Ciência Econômica pela Faculdade de Ciência Econômica de São Paulo, da Fundação de Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP). Tem 36 anos de experiência profissional, sendo 22 de atuação em instituições financeiras, nas quais se especializou em áreas como de desenvolvimento de produtos.

Alexandre Teixeira – Estudou Administração de Empresas e Negócios na FGV e é bacharel em Ciências Contábeis pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). Com 29 anos de carreira em instituições financeiras nacionais e multinacionais, tem consolidados conhecimentos na implantação e no desenvolvimento de operações financeiras.

Alexandre Rhein – Formou-se em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e é pós-graduado pela FGV, além de ter MBA pela BM&F. Tem sólidos conhecimentos na área de tecnologia da informação e foi responsável pelo desenvolvimento de sistemas, infraestrutura de redes e outras áreas de tecnologia em bancos e empresas. Também foi membro de grupo de trabalho da Swift do Brasil e do Comitê Global de Segurança da Informação de multinacional inglesa.

Código de Conduta GRI G4-56

O Banco Daycoval mantém Código de Conduta que estabelece o comportamento ético pessoal e profissional desejados, bem como os parâmetros que devem nortear a conduta dos colaboradores.

A Instituição reconhece a importância da adoção de rigorosos princípios éticos na condução de seus negócios, nos diversos mercados em que atua. Assim, divulga seu Código de Conduta a todos os colaboradores, para orientar e demarcar o padrão ético a ser seguido. Também dispõe do canal de comunicação comitedeetica@bancodaycoval.com.br para receber sugestões, críticas ou comentários, que são tratados com absoluto sigilo.

Todas as operações estão atreladas à Política de Ética e Conduta do Daycoval, disponível na Intranet e no site de Relações com Investidores, que determina regras anticorrupção que devem ser seguidas por todos os envolvidos. GRI G4-SO3


O Banco adota rigorosos princípios éticos na condução de seus negócios, divulgando aos colaboradores seu Código de Conduta, com orientações do padrão ético a ser seguido